sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Segunda parte da Vídeo Resenha do livro: Max Cavalera: My Bloody Roots




Segunda parte disponível!
Não esqueça de deixar a sua opinião nos comentários abaixo ou no próprio vídeo. 




segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Max Cavalera: My Bloody Roots - Toda a verdade sobre a maior lenda do Heavy Metal brasileiro


Primeira parte do Vídeo Review do livro: Max Cavalera - My Bloody Roots

Não esqueça de deixar a sua opinião! 

A segunda parte estará disponível nos próximos dias. 






domingo, 5 de janeiro de 2014

Gostar de Rock pode influenciar positivamente numa entrevista de emprego?

 Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional

Marcelo Moreira


Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.
Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que ouve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.
Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.
No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.
Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.
O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.
Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.
“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.
“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.

Eric Clapton ajudou um candidato a estágio a conseguir a vaga em uma empresa do ABC
O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.
Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.
O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.
Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.
O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.

Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro
Seria um flagrante exagero afirmar que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.
Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.
Bom gosto não se discute: adquire-se.


Fonte: blogs.estadao.com.br

GIBSON.COM eleje as 50 melhores músicas de Heavy Metal de todos os tempos.

E aí, você já ouviu todas as músicas aqui listadas? Concorda com a lista? Alguma faixa que na sua opinião não poderia ter ficado de fora, ou foi incluída injustamente?
Deixe sua opinião!

Segue a lista:

01. "Master of Puppets" - Metallica
02. "Ace of Spades" - Motörhead
03. "Crazy Train" - Ozzy Osbourne
04. "Iron Man" - Black Sabbath
05. "The Number of the Beast" - Iron Maiden
06. "War Pigs" - Black Sabbath
07. "Paranoid" - Black Sabbath
08. "One" - Metallica
09. "Hallowed Be Thy Name" - Iron Maiden
10. "Breaking the Law" - Judas Priest
11. "Children of the Grave" - Black Sabbath
12. "Welcome to the Jungle" - Guns N' Roses
13. "Black Sabbath" - Black Sabbath
14. "Hells Bells" - AC/DC
15. "The Trooper" - Iron Maiden
16. "Painkiller" - Judas Priest
17. "Stargazer" - Rainbow
18. "Enter Sandman" - Metallica
19. "Back in Black" - AC/DC
20. "Runnin' with the Devil" - Van Halen
21. "The Hellion/Electric Eye" - Judas Priest
22. "Run to the Hills" - Iron Maiden
23. "Let it Go" - Def Leppard
24. "Epic" - Faith No More
25. "Hangar 18" - Megadeth
26. "Rime of the Ancient Mariner" - Iron Maiden
27. "You've Got Another Thing Comin'" - Judas Priest
28. "Fear of the Dark" - Iron Maiden
29. "Raining Blood" - Slayer
30. "Walk" - Pantera
31. "Holy Diver" - Dio
32. "Highway to Hell" - AC/DC
33. "Heaven and Hell" - Black Sabbath
34. "Bulls on Parade" - Rage Against the Machine
35. "Fade to Black" - Metallica
36. "Angel of Death" - Slayer
37. "Peace Sells" - Megadeth
38. "Freak on a Leash" - Korn
39. "Them Bones" - Alice in Chains
40. "Cemetery Gates" - Pantera
41. "Detroit Rock City" - Kiss
42. "Devil's Child" - Judas Priest
43. "Run with the Wolf" - Rainbow
44. "Would?" - Alice in Chains
45. "We're Not Gonna Take It" - Twisted Sister
46. "Hell Bent for Leather" - Judas Priest
47. "Beyond the Realms of Death" - Judas Priest
48. "Bomber" - Motörhead
49. "Unchained" - Van Halen
50. "10,000 Days (Wings, Part II)" - Tool

Fonte: whiplash.net (Gibson.com) 


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Separar é preciso.... músicos cristãos, que NÃO interroperam seus trabalhos após converterem-se.

Nestes últimos dias, circulou uma notícia na imprensa rockeira mundial, que o ex-baterista do grupo americano Morbid Angel, o Salvadorenho Pete Sandoval, que já estava afastado do grupo desde 2010, não retornaria ao grupo pois o mesmo teria "encontrado Jesus". Estas foram as palavras do próprio vocalista e baixista David Vincent, quando questionado a respeito de Pete.

(A notícia pode ser lida neste link: http://whiplash.net/materias/news_820/193745-morbidangel.html#.UqaHPSdKVz0)

Não raro, vemos outros exemplos semelhantes. Outros casos semelhantes: O vocalista norueguês Roy Khan, da banda Kamelot, que também abandonou o grupo e sua carreira para se dedicar ao cristianismo, deixando milhares de fans órfãos ao redor do mundo. O guitarrista Brian Welch da banda Korn também fez a mesma coisa em 2005 após converter-se ao Christianismo, mas retornou a mesma neste ano de 2013, tendo inclusive se apresentado no Brasil no festival Monsters of Rock em São Paulo. Não consegui nenhuma informação se Brian permanece cristão, ou como foi que ele conciliou a fé e o trabalho com a banda, que ele deixou em 2005. Mas o foco deste artigo seriam justamente aqueles artistas que souberam separar a sua fé, do seu trabalho na música. Ou seja, mesmo eles tendo se tornado cristãos, eles permaneceram com seus trabalhos originais inalterados.  Alguns inclusive executam músicas com temas contrários a fé que eles carregam, reforçando ainda mais a importância em separar as coisas.


1) Alice Cooper

2) Dave Mustaine (Megadeth)


3) David Ellefson (Megadeth)
(PS: Este inclusive estuda para se tornar um ministro religioso)


4) Nicko McBrain (Iron Maiden)


5) Tom Araya (Slayer)

6) Ralph Santolla (Obituary, Iced Earth, Deicide)


7) James Labrie (Dream Theater)



Após alguma pesquisa eu só consegui encontrar estes. Você sabe de algum outro caso semelhante? Deixe aqui nos comentários. Obrigado por compartilhar este artigo. Não deixe de conferir os outros que já foram publicados aqui no meu blog.

Abraços metálicos,


Filipe Duarte

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Champignon: O Dave Grohl Brasileiro... (só que não!)




Impossível não falar neste assunto.
Estamos passando por um ano definitivamente muito difícil, para o Rock Brasileiro. Como se não bastasse o mesmo, já ser preterido da grande audiência, assistimos a um prêmio Multishow patético, onde "artistas" como Naldo e Anita dominam as paradas, e são as novas "revelações" da música brasileira, influenciando milhares de adolescentes e jovens Brasil afora.. sendo estes, convencidos de que os citados "artistas" são o que há de melhor na música brasileira hoje.
Neste cenário, temos em março a fatídica e trágica morte do vocalista, compositor e empresário da banda Charlie Brown Jr., Alexandre Abrão, o Chorão. Uma overdose de cocaína teria matado o vocalista, que deixou uma carreira no topo, mulher, um filho, uma legião de fans desolados, uma pista de Skate em Santos, e um vasto catálogo musical. Tinha apenas 42 anos de idade.
O Baixista do Charlie Brown Jr., o Champignon, então, junta os remanescentes da banda, e monta logo em seguida a banda "A Banca". Menos de um mês após a morte de Chorão, A Banca já estava fazendo shows pelo Brasil. A banda sofreu pesadas críticas por iniciar um trabalho tão prematuro, à morte do vocalista Chorão e consequentemente do próprio CBJr.
Os fãs precisam de tempo para entender e digerir a perda de um artista querido. Mas de todo modo a Banca foi lançada, e lá estava, inclusive com shows já agendados até o final do ano. Champignon, desta vez assumiu  o posto de vocalista, abrindo mão do baixo, seu instrumento, onde sempre se destacou por sua técnica apurada, juntamente com todos os demais músicos da banda, que sempre foram exímios em seus instrumentos, algo pouco comum no Rock Brasileiro, diga-se.
Champignon poderia ter sido o Dave Grohl brasileiro. O rockeiro americano que iniciou sua carreira como baterista da então maior banda do mundo Nirvana, no início dos anos 90, iniciou sua segunda carreira com o  Foo Fighters em 1995. Um ano após o suicídio do vocalista (do Nirvana) Kurt Cobain. Dave queria tocar. O Nirvana ia de mal a pior e ele começou a aproveitar os ensaios do Nirvana que Kurt não aparecia, e ia compondo material novo, sem saber onde iria usar. Somente um ano após a morte de Kurt, Grohl, resolveu lançar o Foo Fighters. Banda esta que já se tornou muito maior que o próprio Nirvana, e já consolidou uma carreira de expressão muito mais significativa , com inúmeros prêmios e números de vendas nas alturas. Grohl conseguiu a façanha de ser um dos poucos músicos no mundo que conseguiu fazer parte da maior banda do mundo por mais de uma vez.
Champignon parecia percorrer esta mesma trilha aqui em solo brasileiro. Repito..parecia. Nunca saberemos se a Banca, iria de fato fazer um trabalho que se destacasse. Bons músicos eles certamente tinham. Tampouco eu também não sei se a banda pretende continuar as atividades, após este segundo baque, que eles levam em tão pouco tempo. Infelizmente, faltou ao Champignon o espírito de liderança. Saber tomar as decisões certas na hora certa. Poderia ele ter permanecido no baixo e chamado outra pessoa para assumir os vocais...? Não sei. É difícil falar, estando de fora.
Mas tenho opiniões formada sobre alguns pontos:

A primeira delas, é que foi um erro a banda "A Banca" iniciar a carreira de forma tão prematura. Acho que um tempo mínimo de uns 6 meses, poderia ter sido muito útil para eles, para inclusive usarem este período para comporem músicas novas, e então poderem apresentar um trabalho novo aos fãs. Mas ao contrário disso a banda, deu a entender que queria começar o mais rápido possível, inclusive parecendo querer aproveitar o "momento" da comoção pela morte do Chorão. (Repetindo, a banda estava fazendo shows, menos de um mês após a morte do vocalista).
O Segundo erro, foi a banda iniciar como uma aparente "continuação" do CBJR. Ora, se a idéia seria fazer um tributo...(inclusive para cumprir uma agenda do próprio CBJR, já marcada antes da morte do Chorão), que chamasse em então de Tributo ao CBJR, ou algo do tipo.
O terceiro erro pega um gancho no segundo: A banca tocando músicas do CBJR, e vendendo shows como "Tributo a Chorão".
Enfim, para mim isto é um péssimo planejamento. Lógico que haviam as famílias envolvidas (dos músicos, técnicos e demais pessoas ligadas a eles), mas só que agora estas mesmas famílias voltam a ficar desamparadas.

Acabou sobrando muito para o Champignon. Conheci muito pouco deste músico, confesso. Pude ver que era um exímio baixista, a ponto de chamar atenção de outros igualmente bons como PJ do Jota Quest, entre outros. A pressão de agora ser o frontman, ser o homem das entrevistas, o mais requisitado, e ainda ter que lidar com a ala radical dos antigos fãs do CBJR, que o acusavam de "mercenário", e de querer tomar o lugar do antigo vocalista. Isto, pelo menos foi o que foi divulgado até agora. Outras coisas certamente rolaram, as quais talvez nunca saberemos. Champignon, não aguentou. Poderia ter sido o Dave Grohl brasileiro. Poderia quem sabe, se cercar de coisas boas, pensamentos bons, pessoas boas... os demais músicos da banda, que estavam ali contando com ele.
Poderiam ter dado um tempo. Repensado as coisas, refeito planos. Poderiam ter cancelado alguns shows. Melhor perder alguns shows do que uma carreira inteira. A banda poderia ter entrado em estúdio e preparado um bom álbum de Rock com canções inéditas para lançar em 2014. Enquanto isso o álbum inédito do CBJR, seria lançado ainda este ano. Dando tempo para as suas devidas coisas. Enfim, acho que faltou algum planejamento nisso tudo. Mas ao contrário, ele preferiu pegar a sua pistola 380 e disparar contra a própria cabeça, estando sua esposa grávida em casa, e deixando uma filha de outro relacionamento, somando-se então, duas crianças sem um pai.

Voltando ao paralelo com Dave Grohl/Foo Fighters. Grohl esperou pelo menos um ano para lançar a sua nova banda. Composições completamente inéditas, e sem músicas do Nirvana nos shows, para o desespero total dos fãs viúvos. Mas é assim que funciona pessoal. Certas coisas precisam ser definitivamente deixadas para trás, e uma nova vida precisa ser seguida. Se a banda é nova, ela precisa SER nova. Se você monta um trabalho para viver a sombra de outro artista falecido, ou vc oficializa este trabalho como um tributo, ou então vc terá sérios problemas de identidade para o seu trabalho.

Músicos profissionais, na minha opinião, precisam também saber lidar bem com os altos e baixos de uma carreira, principalmente aqueles que alcançam um reconhecimento considerável. O CBJR, se tornou em um dado momento uma das maiores bandas de rock do Brasil. Tinham a melhor estrutura, o melhor equipamento, estavam ganhando dinheiro e fazendo muitos shows. A mídia dando apoio, músicas na rádio, etc. De repente tudo some. E aí? Precisa-se ter humildade para voltar do começo e iniciar tudo de novo. Vinnie Paul do Pantera uma vez disse. "Quando subir na carreira, nunca passe por cima de outras pessoas, pois vc poderá encontrar estas mesmas novamente no seu caminho de descida". Aliás, outro músico que enfrenta até hoje um recomeço com uma nova banda após a morte do irmão e parceiro Dimebag Darrel, ex companheiro de Pantera e Damage Plan.
Eu citaria outra banda brasileira que também precisou dar a volta por cima, que foi o Raimundos. Após a saída do vocalista Rodolfo Abrantes, que se tornou evangélico fanático, a banda retomou a estaca zero, mas nunca desistiram. Hoje estão de volta ao cenário, fazendo shows e lançando trabalhos novos. Ninguém precisou meter uma bala na cabeça, neste caso. 

Tudo isto é lamentável. Seja no Rock, no Metal, a regra é a mesma. Precisamos ter muita raça, e tirar forças de nós mesmos, e do som que fazemos para atingirmos os nossos objetivos.
Acreditar no seu trabalho sempre. Mas nunca colocar o seu trabalho na frente de você mesmo. Em primeiro lugar, vem o músico. Em segundo vem a música. (Dave Grohl).

Que Chorão e Champignon descansem em paz e quem sabe, façam um som lá do outro lado, onde quer que estejam, se é que estão em algum lugar. Ambos de certa forma fizeram as escolhas que culminaram neste resultado. Poderiam ter lutado mais, poderiam ter se resguardado, procurado ajuda especializada. Que tirassem um ano de férias, talvez em um lugar distante... (como George Harrison fez na Índia...) para refletir a respeito de si mesmos, e de suas carreiras. Mas infelizmente optaram pelo pior caminho. Lamentável e triste!
Fica então o legado que eles deixaram.

Não sei, mas espero que os músicos restantes da A Banca, Bruno Gravetto,  Marcão e os demais, busquem forças de fato. Desejo a eles a maior força do mundo! Adoraria mesmo, se eu pudesse, bater um papo com eles agora, e tentar ajudar de alguma forma. Sinceramente espero que eles continuem, seja com este nome ou com qualquer outro. Desejo tudo de melhor para eles.

 Rock is Forever! 


Abs,
FD





sexta-feira, 21 de junho de 2013

Algumas músicas que simbolizam bem o momento que vive o nosso país...

Neste post, vou deixar as músicas falarem por si...

SEPULTURA: REFUSE/RESIST 



KREATOR: EXTREME AGGRESSION


SEPULTURA: CORRUPTED